Arquivo de junho de 2009

Bazar Design

segunda-feira, 22 de junho de 2009

O site Bazar Design é um misto de “galeria de produtos” e comércio eletrônico, mostrando para o mundo um pouco do design mineiro contemporâneo, mais conceitual e irreverente. No website o internauta poderá acompanhar os últimos trabalhos dos designers convidados e eventualmente comprar uma peça, entregue em qualquer lugar do Brasil. O mês de junho marcou o início das atividades internacionais, realizando entregas para os EUA e Europa. Esse projeto é uma iniciativa do designer-professor Marcos Breder e faz parte de uma nova metodologia de design que tem construído ao longo dos ultimos semestres.

Nas palavras de seu idealizador, o Bazar Design pode ser descrito como “aquele tipo de espaço aonde se vai a procura de novidades e surpresas, mais do que simplesmente para comprar. Um pouco daquelas lojas de bairro que se acha “de tudo” ou como aqueles lugares “mágicos” que encontramos no meio da rua, quase um autêntico “mercado das pulgas”.

Entre os destaques estão a luva Clicking, “my envelope” e o anel Miss You, clique e confira!

www.bazardesign.com.br

Revista Traça # 2 . terceira edição

sábado, 20 de junho de 2009
Curso de Design Gráfico . Universidade FUMEC

Revista Traça # 2 . terceira edição . Curso de Design Gráfico . Universidade FUMEC

O projeto de uma revista de arte gráfica dentro do curso de Design é estimulante para todos nós. Criada inicialmente por alunos desenhistas/quadrinistas, sob inspiração de um dos inventores da GRAFITE-76% Quadrinhos, prof. Marcos Malafaia, do Design de Produto, teve um belo número zero (2005) todo feito por eles, um número 1 já num formato e com uma capa marcantes, expandiu suas pretensões e está agora sob coordenação de um conselho editorial de docentes da FUMEC. A TRAÇA-Arte Gráfica Universitária é espaço ansiosamente esperado para a produção gráfica de fotos, tipografias, colagens e exercícios de linguagem que demonstram o vigor da pesquisa como sistematização da experiência visual e anunciam a revelação dos talentos e a qualidade da estrutura de nossa instituição.

Esta terceira edição (número 2) apresenta uma reverência à literatura como fonte de inesgotável imaginário, reverberando alguns textos e nesta direção: Clarice Lispector e a grande dúvida da criação, pelo prof. Mário Geraldo; a twitteratura da professora Denise Eler, o discurso verbo visual LiteARtura do professor Eduardo Braga; imagens do objeto impresso feito suporte gráfico nas imagens de vários alunos. Uma seção – Núcleo Experimental que contempla a investigação artística do terceiro período de Design Gráfico; páginas de pinhole (alunos e professores de Fotografia), rudimentos de projetos, rascunhos da imagem para degustação desta linguagem, e otras cositas más.

É necessário destacar que, sem a determinação do Samuel Eller na pilotagem gráfica projetiva, criando soluções para o visual desta edição e respeitando as concepções originais que determinam a identidade deste nosso inseto comedor de celulose, muito dificilmente a teríamos agora em mãos. Aos colegas Fernanda Loureiro (na viabilização de recursos), Rafael Neder, Juliana Pontes e Guilherme Guazzi, Denise Eler, Alexandre Lopes e Hugo Werner, mais que colaboradores, obrigado pelos auxílios luxuosos.
Prossigamos.

Mário Arreguy

O lixo como matéria prima biológica ou tecnológica

terça-feira, 16 de junho de 2009
O arquiteto William McDonough e o químico Michael Braungart, que já fizeram um milhão de coisas na vida –da nova fábrica da Ford nos EUA, a meia duzia de cidades na China– nunca chamam “lixo” de lixo mas de recursos disponíveis para reciclar (matéria prima tecnológica), ou para recuperar (matéria prima biológica) e usadas em máquinas biológicas.
Confiram no seu mais conhecido livro
Cradle to Cradle
– Remaking the Way We Make Things
William McDonough & Michael Braungart
North Point Press, 2002

capa-cradle-to-cradle3

Realidade Aumentada – Home

sábado, 13 de junho de 2009

Realidade Aumentada – Home.

Mallarmé, impresso pela Firmin Didot

quinta-feira, 11 de junho de 2009
Montagem MallarméMontagem Mallarmé
    Edição original de Un coup de dés jamais n'abolira le hasard, Stéphane Mallarmé, 1969  Cólofon. Original gentileza de Nelson Aguilar, 2009.

Edição original de Un coup de dés jamais n'abolira le hasard, Stéphane Mallarmé, 1969 Cólofon. Original gentileza de Nelson Aguilar, 2009.

Cólofon. Original gentileza de Nelson Aguilar, 2009.

Aula na FAU/USP: no prelo

quinta-feira, 4 de junho de 2009

A GRADE/GRID DO CONSUMISMO

Atualmente há uma discussão sobre a negação da grade, e muitos questionam a sua utilidade nos dias atuais. Bem, hoje ela também serve para organizar um modo (às vezes alienado) de consumo. Não há mais sentido em reorganizar e reconstruir o mundo, porque o mundo todo já está construído; e o Brasil, em particular, já passou por uma desconstrução nas artes e no design, mas nem chegou a se construir. Então, a partir daqui, toda a vida de quem produz e de quem cria começa a mudar. Para alguns historiadores esse pós-modernismo é ainda um modernismo fantasiado, pois para eles só há pós-modernismo quando se muda o paradigma tecnológico.

Em termos de design visual, passam a ocorrer manifestações que fogem da tecnologia. Claro que, como em qualquer outro campo, haverá aqueles que continuarão trabalhando com os princípios modernistas. Eu, por exemplo, se estivesse fazendo arquitetura hoje, estaria fazendo segundo o modernismo e seus princípios de ordem. Ninguém pode tirar de você as coisas que você aprende; nem você mesmo.

Ao mesmo tempo, há designers contemporâneos trabalhando no mundo artesanal. Por exemplo, há um movimento na França chamado Handmade Design (não sei por que o nome é em inglês, já que os franceses são completamente anglofóbicos). São vários artistas, na faixa etária dos 50-60 anos, que não utilizam o computador para nada; tudo é feito à mão. Também veremos esse fenômeno na esfera do produto, principalmente no mobiliário.

No Brasil, em particular, eu creio que a grande característica do design vai ser essa: trabalhar quase beirando ao artesanato. O próprio Philippe Starck fez uma cadeira, mostrando ao Brasil o que nós devemos fazer com a madeira: “Vocês não podem tentar desenvolver produtos de alta tecnologia. O design brasileiro está fadado a trabalhar com madeira, porque é o único país do mundo que tem um nome que é uma árvore, e vai ser o último país do mundo a ter madeira natural.” Os designers brasileiros sabem trabalhar a madeira, e não necessariamente a ideia de utilizar a madeira como massa; a madeira vai ser usada como Philippe Starck usa – um pé de palito em um assento em plástico de alta tecnologia. Eu o considero como o maior ideólogo, e o maior pensador de design de produto contemporâneo. Sobre um espremedor de frutas que parece uma aranha, feito por ele mesmo, Starck disse em uma entrevista que havia uma função ideológica e outra social: para a função social, pensou em uma situação em que não há muito assunto, as pessoas olham esse objeto e descubram nele um assunto para conversar; e a explicação ideológica era mostrar para os americanos que não é preciso ligar um objeto na tomada para espremer um limão. Claudio Ferlauto

Trecho da palestra Design contemporâneo: moderno e pós-moderno?, proferida para a aula inaugural do curso de design da FAU/USP em 2007. A publicação Panorama do Design Contemporâneo, está sendo preparada pela equipe da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, USP, São Paulo, para lançamento em 2009.

Isto é que é logomarca!

terça-feira, 2 de junho de 2009
O que é o que é?

O que é o que é?

Rio¶dia 18 & Sampa¶dia19 Junho

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Objectified, o novo filme de Gary Hustwit [o mesmo de Helvetica] dá sequência ao novo genero: filme design, [assim como já temos hotel design]. Agora é sobre os objetos e suas relações com os humanos.

Dia 18 na Cinemateca do MAM,

Rio de Janeiro , 19h30.

Dia 19 no Tomie Ohtake,

São Paulo, 20h10. [Parece horário de vôo em Guarulhos...]

Realização BOLD, a design company, de Billy Bacon.

Impresso na Oficina Tipográfica São Paulo por Marcos Mello

Impresso na Oficina Tipográfica São Paulo por Marcos Mello

Perguntando de novo:

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Que fontes voce varreria para sempre de seu desktop?

A jornalista espanhola Begoña Gómez afirma que os designers detestam a Arial e gostariam de banir a Comic Sans do planeta.

Veja mais em

A personalidade dos caractéres,

do dia 21 maio 09