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	<title>Olhar Gráfico &#124; Todos os designs</title>
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		<title>Inverno, Gonçalves, MG</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 21:53:52 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2336" title="Screen shot 2012-05-14 at 6.48.33 PM" src="http://www.qu4tro.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Screen-shot-2012-05-14-at-6.48.33-PM3-231x300.png" alt="Screen shot 2012-05-14 at 6.48.33 PM" width="231" height="300" /></p>
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		<title>Dias&amp;números/revista Abigraf 258</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 21:40:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[


As folhinhas, como as do Coração de Jesus, distribuídas antigamente pelas paróquias católicas, onde cada dia tinha sua folha, muitas vezes eram belos impressos tipográficos, que utilizavam tipos móveis de metal e madeira. Você pode encontrar belos espécimens nos grande oráculos da internet, digitando “folhinhas”. ¶ Nos calendários tradicionais os dias são vistos como sequências [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; line-height: 19.0px; font: 14.0px 'Electra LH'; color: #26115d;"><img class="size-medium wp-image-2322 alignnone" title="Helvetica2012-05-14 at 6.32.12 PM" src="http://www.qu4tro.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Helvetica2012-05-14-at-6.32.12-PM-300x206.png" alt="Helvetica2012-05-14 at 6.32.12 PM" width="300" height="206" /></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; line-height: 19.0px; font: 14.0px 'Electra LH'; color: #26115d;">
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; line-height: 19.0px; font: 14.0px 'Electra LH'; color: #26115d;">
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; line-height: 19.0px; font: 14.0px 'Electra LH'; color: #26115d;">As folhinhas, como as do Coração de Jesus, distribuídas antigamente pelas paróquias católicas, onde cada dia tinha sua folha, muitas vezes eram belos impressos tipográficos,<span style="font: 14.0px 'Lucida Grande';"> </span>que utilizavam tipos móveis de metal e madeira. Você pode encontrar belos espécimens nos grande oráculos da internet, digitando “folhinhas”. <span style="color: #c0171d;">¶</span> Nos calendários tradicionais os dias são vistos como sequências de 7, 15 ou 30 dias, que formam<span style="font: 14.0px 'Lucida Grande';"> </span>medidas de tempo e de compromissos. Organizar um calendário que contemple informação e atração visual é sempre um projeto interessante. Mas você pode argumentar que ninguém mais consulta folhinhas e calendários: olha o celular, o laptop, a tablet. <span style="color: #c0171d;">¶</span> Mas porque os grande fabricantes de papel e as gráficas insistem em imprimir belos calendários? Porque o distribuidor de gás te manda um, assim como o teu contador e teu merceeiro? <span style="color: #c0171d;">¶</span> É que o tempo<span style="font: 14.0px 'Lucida Grande';"> </span>e os números tem um encanto irresistível: a espectativa de um novo ano, o planejamento da férias, as datas especiais, os  aniversários, os compromissos futuros.</p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; line-height: 19.0px; font: 14.0px 'Electra LH'; color: #26115d;"><span style="color: #c0171d;">¶</span> Muito bem, mas estas peças viraram agendas de mesa, diárias, semanais, onde o acupunturista marca as consultas, o marceneiro agenda a entrega da cozinha. E tentam substituir as folhinhas. Mas, de repente, quando você vai trocar pneu, na porta do borracheiro, lá está ela, a folhinha gigante, com uma mulher em corpo inteiro, retocado por aquele programa transformador e milagroso, anunciando um novo dia. <span style="color: #c0171d;">¶</span> Este Olhar Gráfico mostra um projeto que explora algumas famílias tipográficas importantes—Akzidenz Grotesk,  Bodoni, Caslon, DIN, Verdana, Helvetica, —em leiautes que ora permitem identificar os dias à distância, e ora revelam belas formas tipográficas: uns convencionais, horizontais, verticais. Outros mais atrevidos, cheias de viço e assimétricos, como a vida. <span style="color: #c0171d;">¶</span> <em>Projeto Uns tipos</em>, novembro 2011. <span style="font: 10.0px 'Electra LH';">Claudio Ferlauto</span></p>
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		<title>Na grade de pixels, por Clarisse Herrenschmidt</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 01:28:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na tela do computador: simulacro e simulação 
 Clarisse Herrenschmidt
A tela é um espaço visual mensurado; a máquina atribui um número a cada intensidade de luz e a cada unidade minima do espaço, os pixels, —palavra que é a concatenação de picture element, do ingles, «unidade de imagem»—, definidos segundo coordenadas cartesianas. Mas os pixels [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><strong>Na tela do computador: </strong><strong>simulacro e simulação </strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong> </strong>Clarisse Herrenschmidt</p>
<p style="text-align: left;">A tela é um espaço visual mensurado; a máquina atribui um número a cada intensidade de luz e a cada unidade minima do espaço, os <em>pixels</em>, —palavra que é a concatenação de <em>picture element</em>, do ingles, «unidade de imagem»—, definidos segundo coordenadas cartesianas. Mas os pixels quanto mais numerosos —computadores, podem ter entre 3.000.000 e 1.300.000 ou mais— melhor formam as imagens, sua clareza e a precisão de seus detalhes. A informação que a unidade central reenvia para a tela indica que tal <em>pixel</em>, situado em tal coordenada e tal abcissa deve aparecer em negro, tal outro, em branco, ou em uma determinada cor; existem alguns milhões de possibilidades, e isso nos revela o incrível poder dos números aplicados ao tratamento informático de dados na formação da cor.</p>
<p style="text-align: left;">O que é esse tipo de gráfica? É um simulacro. Uma página artificial, a representação de uma página, sob a sua futura forma a ser impressa por uma impressora. Isso não é menos verdade a propósito de páginas simples com um tratamento banal de texto, que nos falam de simulacro e simulação, mas refere-se a páginas com imagens em três dimensões (3D), em  movimento, de realidade virtual, ou da imersão do usuário em um simulador de vôo, em uma guerra atômica, ou em um jogo medieval… Portanto, faz parte da informática não apenas a partir da máquina teórica universal de Turing, […] mas desde os primeiros computadores: eles se dedicavam desde os anos 1940 a calcular a trajetória de um míssil lançado contra um avião nos céus e predizer onde se encontrariam.</p>
<p style="text-align: left;">A <em>«page»</em> que aparece na tela como <em>«page»</em> não tem mais do que duas dimensões, como uma folha de papel impressa. […] Ela se revela um simulacro que exige o julgamento e a intervenção do usuário. […] Do simulacro nasce a simulação: quer dizer a experiência real do futuro por meio daquilo que é mostrado —simulacro— e a ação sobre esse simulacro. Se a simulação de base científica é mais antiga que a informática, e dessa maneira ela definiu um dos modos mais formidáveis de conhecimento sem experimentação, […] e foi importante na formação dos indivíduos que produziram a informática. É por meio da simulação que a ciência da informática conquistou seu estatuto intelectual.</p>
<p style="text-align: left;">Simulacro e simulação fazem parte da escrita informática em seu nível mais imediato. Neles reside</p>
<p style="text-align: left;">um aspecto das transformações da escrita. De um lado trabalhamos sobre um documento que é um simulacro, e por outro lado, nosso trabalho é uma acão sobre ele; […] Dessa aparente transparência nasce a impressão que a máquina e nosso cérebro se comprendem.</p>
<p style="text-align: left;">De outra parte, o que produzimos no computador, na tela e depois na impressora, aproxima-se daquilo que se publica nos livros, jornais e revistas, e esses autores se dividem em dois grupos, se me permitem essa simplificação. De um lado, aqueles que se deixam seduzir pelo simulacro e aperfeiçoam sua produção textual com muito pouco cuidado;  ou seja, o estilo literário, a precisão de termos, o apreço à sintaxe, e a adequação do pensamento à língua, tendem a se esfacelar diante de uma bela aparência obtida com rapidez; […]</p>
<p style="text-align: left;">O fenômeno é bem conhecido, e visto nas pesquisas feitas por estudantes de todos os níveis. Os outros são seduzidos fortemente pela simulação, o que significa uma infinidade de retoques. Estes corrigem sem cessar, tendem à perfeição e sofrem para colocar um ponto final do texto. […] Pela porta do simulacro e da simulação, a informática divide/separa usuários segundo sua cultura —isso será ainda mais drástico diante da massa de conhecimento sem hierarquia<br />
e sem processos de verificação que estão disponíveis nos <em>sites</em> da rede<em>/web</em>.</p>
<p style="text-align: left;">In <em>Les trois écritures, langue, nombre, code</em>, Gallimard, Paris, 2007.</p>
<p style="text-align: left;">
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		<title>vendas@tupigrafia.com.br</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 17:08:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se você quer comprar a revista Tupigrafia 10, recem saída da fornalha, use o endereço acima.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="alignleft size-medium wp-image-2313" title="CAPA10c" src="http://www.qu4tro.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/CAPA10c1-206x300.jpg" alt="CAPA10c" width="206" height="300" />Se você quer comprar a revista Tupigrafia 10, recem saída da fornalha, use o endereço acima.</p>
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		<title>Pacaembu, tupi guarani, dois designers alemães e um tipógrafo italiano</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 02:08:29 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2308" title="Pacembu" src="http://www.qu4tro.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Pacembu2-300x300.jpg" alt="Pacembu" width="300" height="300" /></p>
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		<title>Um outro livro sobre outros livros</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 16:26:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Todo obra sobre livros é também, e fundamentalmente, sobre leitura e tipografia. E é o caso desta obra de Martin Lyons, este londrino que é professor visitante ao redor do mundo inclusive, neste nosso país. Belamente ilustrado ele avança pelo tempo sem esquecer de nenhum período importante e chega perplexo aos nossos dias, diante das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 7.0px LinotypeGianotten;">
<p style="font: normal normal normal 13px/normal LinotypeGianotten; text-align: left; margin: 0px;"><span style="letter-spacing: -0.1px;"><img class="alignleft size-medium wp-image-2298" title="Livros-Martin-Lyons" src="http://www.qu4tro.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Livros-Martin-Lyons-228x300.jpg" alt="Livros-Martin-Lyons" width="228" height="300" />Todo obra sobre livros é também, e fundamentalmente, sobre leitura e tipografia. E é o caso desta obra de Martin Lyons, este londrino que é professor visitante ao redor do mundo inclusive, neste nosso país. Belamente ilustrado ele avança </span><span style="letter-spacing: -0.2px;">pelo tempo sem esquecer de nenhum</span><span style="letter-spacing: -0.1px;"> período importante e chega perplexo aos nossos dias, diante das novas realidades do livro eletrônico, </span><span style="letter-spacing: -0.2px;">deixando o livro de lado e dedicando</span><span style="letter-spacing: -0.1px;">&#8211;se a ideia do acesso “cada vez mais </span><span style="letter-spacing: -0.3px;">amplo à leitura e à escrita”, e restringe</span><span style="letter-spacing: -0.1px;"> o debate sobre o fim do </span><span style="letter-spacing: -0.2px;">livro a apenas ao mundo desenvolvido</span><span style="letter-spacing: -0.1px;">. O que é uma ideia que pode não ser (mais) verdadeira. <span style="color: #ff0000;">¶</span> <span style="text-decoration: underline;">LIVRO UMA HISTÓRIA VIVA ¶ </span></span><span style="font-size: 12.96px;"><span style="text-decoration: underline;">Martin Lyons/224 páginas e 220 imagens coloridas ¶ Editora Senac, São Paulo, 2011</span></span></p>
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		<title>Design para teatro</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 16:08:56 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2295" title="Anuncio-02-20abril" src="http://www.qu4tro.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Anuncio-02-20abril-152x300.gif" alt="Anuncio-02-20abril" width="152" height="300" /></p>
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		<title>Clássico = Vidas dos artistas</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 13:27:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[



Publicado na Florença, Itália, em 1550, a obra Vidas dos artistas de Giorgio Vasari, faz parte do turbilhão do humanismo renascentista a das revoluções iniciadas no final do século XIV – das quais as mais conhecidas são a invenção da imprensa, da cartografia e do relógio –que entre muitas coisas permitiram ao homem criar uma nova [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="font: normal normal normal 8px/normal Bembo; text-align: left; margin: 0px;"><span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 12.96px; line-height: 13px;"><img class="alignleft size-medium wp-image-2285" title="Vasari" src="http://www.qu4tro.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Vasari-211x300.jpg" alt="Vasari" width="211" height="300" /></span></p>
<p style="font: normal normal normal 8px/normal Bembo; text-align: left; margin: 0px;">
<p style="font: normal normal normal 8px/normal Bembo; text-align: left; margin: 0px;">
<ol>
<li style="text-align: left; "><span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 12.96px; line-height: 9px; ">Publicado na Florença, Itália, em 1550, a obra Vidas dos artistas de Giorgio Vasari, faz parte do turbilhão do humanismo renascentista a das revoluções iniciadas no final do século XIV – das quais as mais conhecidas são a invenção da imprensa, da cartografia e do relógio –que entre muitas coisas permitiram ao homem criar uma nova ideia de mundo e a grande aventura da Era Moderna. É um livro que trata das grandes artes –arquitetura escultura e pintura– e dos grandes artistas daquele tempo na pena deste pintor e arquiteto. Indicação editorial de Paulo Monteiro para a Martins Fontes. <span style="text-decoration: underline;"><em>VIDAS DOS ARTISTA</em>S GiorgioVasari/824 páginas e nenhuma ilustração. Martins Fontes, São Paulo, 2011</span></span></li>
</ol>
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		<title>Estórias tipográficas: ES MI TIPO, Simon Garfield</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 14:08:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um livro sobre fontes, é o subtítulo do livro deste inglês que gosta de contar histórias sobre seus tipos. Ele adota o termo fonte, (no lugar de tipografia ou família tipográfica) cuja origem está em &#8220;fontana&#8221; do italiano, &#8220;founts&#8221; do inglês, que segundo o autor deriva de &#8220;fund&#8220;, fundo, no sentido de quantidade&#8230; Mas também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left; "><em><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-2272" title="Es-mi-tipo" src="http://www.qu4tro.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/Es-mi-tipo-183x300.jpg" alt="Es-mi-tipo" width="183" height="300" />Um livro sobre fontes</strong></em>, é o subtítulo do livro deste inglês que gosta de contar histórias sobre seus tipos. Ele adota o termo fonte, (no lugar de tipografia ou família tipográfica) cuja origem está em &#8220;<strong>fontana</strong>&#8221; do italiano, &#8220;<strong>founts</strong>&#8221; do inglês, que segundo o autor deriva de &#8220;<strong>fund</strong>&#8220;, fundo, no sentido de quantidade&#8230; Mas também não se preocupa demasiado em discutir terminologia, mas se dedica a proveitar as belezas e encantos da tipografia.<span style="color: #ff0000;">¶</span> São estórias curiosas, as vezes engraçadas e sempre muito interessantes que tratam com objetividade as idiossincrasias tipográficas mais recorrentes no meio gráfico: como odiar a <strong>Arial</strong> sem saber porquê, e usar a <strong>Comic Sans</strong> apenas para trabalhos &#8220;infantis&#8221; ou infantilizados. E as suíças, em sinalização. <span style="color: #ff0000;">¶</span> Trata também de caracteres ou glifos como o <em>interrobang</em> e o <em>hampersand</em> e conta estórias de famílias tipográficas jogadas no Tâmisa, Londres, como vingança ou modo de se assegurar que não iriam usá-la para imprimir grosserias ou bobagens, como fez o conhecido Thomas Cobden-Sanderson, com a <strong>Doves</strong>, por volta de 1908. <span style="color: #ff0000;">¶</span> O logotipo, (ou seria marca?) dos Beatles também é motivo e tema para discutir <em>lettering</em>, tipografia e apropriação. Em outro momento discute mentiras e verdades na utilização de tipografia em documentos falsos, em filmes de época —por exemplo um filme que se passa na Idade Média cuja taberna tem uma placa com seu nome grafada com a <strong>Univer</strong>s, um tipo desenhado em meados dos anos 1950, no século XX, e outros maus usos recentes na galáxia internética.<span style="color: #ff0000;">¶</span> Um livro que envolve e educa&#8230; também musicalmente já que trata também do <em>Punk</em>, <em>Jazz</em> e outros gêneros. <em><span style="text-decoration: underline;">Es mi tipo</span></em><span style="text-decoration: underline;">, de Simon Garfield, editado pela Taurus, Buenos Aires, 2012.</span></p>
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		<title>Caderno de notas, NY, 1991</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 13:40:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-2263" title="NY-NY" src="http://www.qu4tro.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/NY-NY-300x175.jpg" alt="NY-NY" width="300" height="175" /></p>
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